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3月14日 Cartão Jovem Municipal EURO<26A Câmara Municipal de valongo apresenta o novo Cartão Jovem Municipal EURO<26, no dia 24 de Março ás 14,30h no Fórum Cultural de Ermesinde, com a participação especial da banda "Mundo Secreto"
"MUNDO SECRETO" VÃO APADRINHAR INICIATIVA CÂMARA DE VALONGO APRESENTA NOVO CARTÃO JOVEM MUNICIPAL EURO<26 Ouça aqui as músicas "Chegamos À Party" e "Põe as mãos no ar" do Mundo Secreto.
Vencedor do Cartão Jovem: João Gonçalves
Informa-te em:Câmara municipal de Valongo
Av. 5 de Outubro,160
4440-503 Valongo
Telf. 224227900
www.cmvalongo.net / casadajuventude@cmvalongo.net
Juntas das Freguesias do Concelho (Alfena, Campo, Ermesinde, Sobrado e Valongo)
3月6日 Dia Internacional da MulherCelebra-se no próximo dia 8 de Março o Dia Internacional da Mulher. Algumas palavras sobre o seu significado histórico: A proposta do Dia Internacional da Mulher apresentada em 1910 por Clara Zetkin, membro do Partido Comunista Alemão (1857-1933), surge com o objectivo de afirmar a luta das trabalhadoras num contexto social marcado por fortes lutas operárias por melhores salários, pela redução da jornada de trabalho e pela proibição do trabalho infantil. Esta data transformou-se ao longo do século XX numa importante oportunidade para dar maior visibilidade às razões de luta das mulheres, designadamente das trabalhadoras, em diferentes países, afirmando-se como uma importante jornada de luta pela conquista de direitos económicos, sociais, políticos e culturais, contra a guerra e pela Paz. Em Portugal esta data foi assinalada durante o fascismo em importantes jornadas, com destaque para 1962, em que 20 mil pessoas se manifestaram no Porto, e para a grande jornada de protesto de 1970, protagonizada pelas mulheres de Lisboa, Porto, Setúbal e Évora, com distribuição de milhares de folhetos assinalando o dia Internacional da Mulher, num contexto de um forte movimento de luta por melhores salários em várias empresas: na Fábrica de Cortiça Aldemiro & Mira, em Silves, na Fábrica de papel da Abelheira, em S. Julião do Tojal e na Automática Eléctrica, entre outras. Com a Revolução de Abril e sob o seu impulso libertador, as comemorações do Dia Internacional da Mulher conheceram uma nova dimensão em resultado das profundas alterações no plano jurídico-constitucional ao nível dos seus direitos e da sua forte participação, em diferentes domínios da vida colectiva. As primeiras comemorações do 8 de Março em liberdade foram expressão do forte impulso da luta organizada das mulheres e da acção das organizações em defesa dos seus direitos específicos. Mas trinta anos passados a situação das mulheres está ainda muito longe de ser vivida em igualdade de direitos e de oportunidades. E nos últimos anos, face a profundas alterações verificadas no plano internacional e nacional, as mulheres foram confrontadas com novas situações de injustiça e desigualdade, o que dá actualidade e reforça o significado das comemorações do 8 de Março. Pretende-se assim chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher, leva a uma tomada de consciência da pessoa, perceber o seu papel na sociedade. 3月2日 As 25 empresa mais confiáveis para trabalharElas são credíveis, respeitadas, imparciais e inspiram orgulho.Referimo-nos ás 25 melhores empresas para trabalhar em Portugal:
Para mais informações consulte a revista do Jornal "O Público" de 2 de Março de 2007.
3月1日 Criação de um novo logótipoA Junta Da Freguesia de Ermesinde informa que pretende proceder á criação de uma "Nova Imagem" a utilizar em todos os seus documentos e serviços. Para qualquer informação consultar o regulamento que se segue.
JUNTA DA FREGUESIA DE ERMESINDE
CONCURSO
LOGÓTIPO
1. Âmbito do Concurso
1.1. A Junta da Freguesia de Ermesinde pretende proceder à criação do “logótipo” a utilizar em todos os seus documentos e serviços;
2. Natureza / Condições de Participação
2.1. O concurso é aberto a quem pretenda participar, sem limitação de idades;
2.2. Quando maiores de 18 anos, devem estar recenseados, e se residentes em Ermesinde, devidamente recenseados nesta freguesia.
3. Trabalhos Admitidos a Concurso
3.1. Os trabalhos deverão ser executados obedecendo às seguintes características:
3.1.1. Dimensões – A4 (21cmx29,7cm);
3.1.2. Inscrições a utilizar obrigatoriamente:
a) Junta da Freguesia de Ermesinde.
3.2. Apresentação em papel e suporte digital – CD;
3.3. Memória Descritiva – explicitação do trabalho.
4. Prazo
4.1. O prazo para apresentação dos trabalhos termina a 29 de Junho de 2007;
4.2. Deverão ser entregues nas instalações da Biblioteca Pública, na Junta da Freguesia de Ermesinde ou enviada por CTT devidamente protegidos.
5. Identificação / Apresentação dos Trabalhos
5.1. Os trabalhos deverão ser entregues em envelope fechado, contendo no exterior:
a) Designação do Concurso;
b) Data de Entrega;
c) Pseudónimo do Autor.
5.2. No interior deste envelope deverá estar um outro pequeno fechado com a identificação do Autor, morada, nº de telefone / Telemóvel e E-mail.
6. Júri
6.1. O júri é constituído por:
a) Presidente da Junta de Freguesia ou quem nomear, mais um elemento de cada partido representado no Executivo;
6.2. O júri avaliará os trabalhos até 07 de Julho, sendo a sua decisão soberana, da qual não cabe qualquer reclamação;
6.3. O Júri compromete-se a não revelar quaisquer informações até ao momento da entrega de prémios.
7. Prémios
7.1. Serão atribuídos os seguintes prémios:
a) 1º Prémio: 250 euros
b) 2º Prémio: 150 euros
c) 3º Prémio: 100 euros
7.2. A divulgação dos vencedores e entrega dos prémios será feita em sessão pública a realizar no dia 13 de Julho, aquando das comemorações do Dia da Cidade.
8. Direitos e Responsabilidades
8.1. A Junta de Freguesia de Ermesinde, ficará com a responsabilidade da elaboração e composição de todo material gráfico necessário, competindo unicamente aos concorrentes a cedência da maqueta da nova imagem;
8.2. Os trabalhos passarão a constituir propriedade da Junta da Freguesia de Ermesinde e serão guardados logo após a sua selecção, devendo apenas ser exibidos no momento da entrega de Prémios.
8.3. Os concorrentes prescindem de quaisquer Direitos de Autor;
8.4. O Regulamento será disponibilizado aos interessados gratuitamente em suporte de papel nas Instalações da Junta da Freguesia de Ermesinde, no horário de expediente e estará disponível na página oficial da Junta de Freguesia de Ermesinde na Internet – www.ermesinde.ciberjunta.com;
8.5. Serão enviados cartazes e brochuras com o regulamento a todas as escolas da Freguesia, bem como a todas as entidades que se encontrem disponíveis para receber material promocional.
9. Casos Omissos
Todas as situações omissas neste Regulamento serão analisadas e avaliadas pelo Júri do Concurso.
2月28日 José Hermano SaraivaA Biblioteca Municipal de Valongo recebeu o Professor José Hermano Saraiva.
A conferência com o titulo" Conversas em Valongo" decorreu ontem, dia 27 de Fevereiro. pelas 15h no Fórum Cultural de Ermesinde.
José Hermano Saraiva nasceu em Leiria a 3 de Outubro de 1919.Faz as licenciaturas em Ciências Historico-Folosóficas (1941) e em Ciências Jurídicas (1942). Exerceu as funções de professor liceal, director do Instituto de Assistência aos Menores, reitor do Liceu D João de Castro, deputado á Assembleia Nacional, procurador á Câmara Corporativa, professor do Instituto de Ciências Sociais,Polílicas e Ultramarinas da Universidade Técnica de Lisboa, ministro da Educação Nacional e embaixador de Portugal no Brasil, cargo de que solicitou a exoneração em 29 de Abril de 1974. Dedicou-se desde então exclusivamenten á investigação histórica e á acividade académica. Foi professor na Universidade Autónoma de Lisboa.
Mantém na televisão séries de programas culturais de índole histórica, "Horizontes da Memória" e " A Alma e a Gente", este último em exibição na RTP2. È membro da Academia das Ciências de Lisboa, Academia Portuguesa da História, Academia da Marinha, do Instituto Hstórico de S. Paulo.
Foi distinguido com as Grã-Cruzes da Instrução Pública, do Barão do Rio Branco, do Mérito do trabalho e com a Comenda da Real Ordem da Conçeição de Vila Viçosa.
10月20日 Autor da semana - David Mourão FerreiraEscritor e professor universitário português, natural de Lisboa. Licenciou-se em Filologia Românica em 1951. Foi professor do ensino técnico e do ensino liceal e, em 1957, iniciou a sua carreira de professor universitário na Faculdade de Letras de Lisboa. Afastado desta actividade entre 1963 e 1970, por motivos políticos, foi professor catedrático convidado da mesma instituição a partir de 1990. Entretanto, mantivera nos anos 60 programas culturais de rádio e televisão. Em 1963 foi eleito secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Autores e, já nos anos 80, presidente da Associação Portuguesa de Escritores. Logo após o 25 de Abril de 1974, foi director do jornal A Capital. Secretário de Estado da Cultura em vários governos entre 1976 e 1978, foi também director-adjunto do jornal O Dia entre 1975 e 1976. Responsável pelo Serviço de Bibliotecas Itinerantes e Fixas da Fundação Calouste Gulbenkian a partir de 1981, dirigiu, desde 1984, a revista Colóquio/Letras, da mesma instituição.
A sua carreira literária teve início em 1945, com a publicação de alguns poemas na revista Seara Nova. Três anos mais tarde, ingressou no Teatro-Estúdio do Salitre e no Teatro da Rua da Fé. Publicou as peças Isolda (1948), Contrabando (1950) e O Irmão (1965). Em 1950, foi um dos co-fundadores da revista literária Távola Redonda, que se assumiu como veículo de uma alternativa à literatura empenhada, de realismo social, que então dominava o panorama cultural português, defendendo uma arte autónoma. Em 1950, publicou o seu primeiro volume de poesia — Secreta Viagem. David Mourão-Ferreira colaborou ainda nas revistas Graal (1956-1957) e Vértice e em vários jornais, como o Diário Popular e O Primeiro de Janeiro. Foi poeta, romancista, crítico e ensaísta. A sua poesia caracteriza-se pelas presenças constantes da figura da mulher e do amor, e pela busca deste como forma de conhecimento, sendo considerado como um dos poetas do erotismo na literatura portuguesa. A vivência do tempo e da memória são também constantes na sua obra, marcada, a nível do estilo, por uma demanda permanente de equilíbrio, de que resulta uma escrita tensa, e pela contenção da força lírica e sensível do poeta numa linguagem rigorosa, trabalhada, de grande riqueza rítmica, melódica e imagística, que fazem dele um clássico da modernidade. Entre os seus livros de poesia encontram-se Tempestade de Verão (1954, Prémio Delfim Guimarães), Os Quatro Cantos do Tempo (1958), In Memoriam Memoriae (1962), Infinito Pessoal ou A Arte de Amar (1962), Do Tempo ao Coração (1966), A Arte de Amar (1967, reunião de obras anteriores), Lira de Bolso (1969), Cancioneiro de Natal (1971, Prémio Nacional de Poesia), Matura Idade (1973), Sonetos do Cativo (1974), As Lições do Fogo (1976), Obra Poética (1980, inclui as obras À Guitarra e À Viola e Órfico Ofício), Os Ramos e os Remos (1985), Obra Poética, 1948-1988 (1988) e Música de Cama (1994, antologia erótica com um livro inédito). Ensaísta notável, escreveu Vinte Poetas Contemporâneos (1960), Motim Literário (1962), Hospital das Letras (1966), Discurso Directo (1969), Tópicos de Crítica e de História Literária (1969), Sobre Viventes (1976), Presença da «Presença» (1977), Lâmpadas no Escuro (1979), O Essencial Sobre Vitorino Nemésio (1987), Nos Passos de Pessoa (1988, Prémio Jacinto do Prado Coelho), Marguerite Yourcenar: Retrato de Uma Voz (1988), Sob o Mesmo Tecto: Estudos Sobre Autores de Língua Portuguesa (1989), Tópicos Recuperados (1992), Jogo de Espelhos (1993) e Magia, Palavra, Corpo: Perspectiva da Cultura de Língua Portuguesa (1989). Na ficção narrativa, estreou-se em 1959 com as novelas de Gaivotas em Terra (Prémio Ricardo Malheiros), os contos de Os Amantes (1968), e ainda As Quatro Estações (1980, Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários), Um Amor Feliz, romance que o consagrou como ficcionista em 1986 e que lhe valeu vários prémios, entre os quais o Grande Prémio de Romance da APE e o Prémio de Narrativa do Pen Clube Português, e Duas Histórias de Lisboa (1987). Deixou ainda traduções e uma gravação discográfica de poemas seus intitulada «Um Monumento de Palavras» (1996). Alguns dos seus textos foram adaptados à televisão e ao cinema, como, por exemplo, Aos Costumes Disse Nada, em que se baseou José Fonseca e Costa para filmar, em 1983, «Sem Sombra de Pecado». David Mourão-Ferreira foi ainda autor de poemas para fados, muitos deles celebrizados por Amália Rodrigues, tal como «Madrugada de Alfama». Recebeu, em 1996, o Prémio de Consagração de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores. Alguns livros disponiveis na Biblioteca: -"Os ossos do Oficio";
-"As quatro estações";
-"Duas historias de Lisboa";
-"Portugal, a Terra e o Homem". 9月29日 Autor da semana - Aquilino RibeiroAquilino Gomes Ribeiro (Tabosa do Carregal, 13 de Setembro de 1885, 13h00 — Lisboa, 7 de Maio de 1963) foi um escritor português de grande sensibilidade para com o bucolismo e o sofrimento da massa popular da sua Beira natal.
Fez os primeiros estudos no Colégio da Senhora da Lapa e no Colégio de Lamego, em Lamego. Estudou, durante algum tempo, filosofia na cidade de Viseu, ingressando no seminário de Beja, obedecendo a um desejo da sua mãe que queria fazê-lo sacerdote. Por falta de vocação, abandonaria os seus estudos durante a primeira parte do Curso Teológico. É um dos romancistas mais fecundos da primeira metade do século XX. Inicia a sua obra em 1913 com os contos de Jardim das Tormentas e com o romance A Via Sinuosa, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica. A linguagem de Aquilino Ribeiro caracteriza-se fundamentalmente por uma excepcional riqueza lexicológica e pelo uso de construções frásicas de raiz popular, cheias de provincianismos. Aquilino foi sobretudo um estilista e, por isso, a sua linguagem vernácula e sem estrangeirismos é arejada, frequentemente condimentada nos diálogos com expressões entre grotescas e satíricas Apesar de ter optado por uma literatura de tradição, Aquilino procurou ao longo da sua vida uma renovação contínua de temas e processos, tornando-se assim muito difícil sistematizar a temática da sua vastíssima obra. Num número considerável de obras, Aquilino reflecte, ainda que distorcidas pela imaginação, cenas da sua vida: o convívio com as gentes do campo, a educação ministrada pelos sacerdotes, as conspirações políticas, as fugas rocambolescas, os exílios, ... Até 1932, ano em que fixa residência na Cruz Quebrada, todos os ambientes, contextos e personagens que Aquilino cria, remetem para a sua querida Beira natal. O Malhadinhas, Andam Faunos pelos Bosques e Terras do Demo constituem o melhor exemplo desta situação. De facto, ver-nos-emos, com uma extrema facilidade, envolvidos com as suas personagens beiroas, os seus costumes, tradições e modos de falar típico. É certo que este processo tem as suas vantagens e interesse, mas limita em demasia os horizontes enquanto escritor. Aquilino Ribeiro foi sem dúvida um dos maiores escritores da Lingua Portuguesa.
Alguns livros disponiveis na Biblioteca: - "Uma luz ao longe";
- "Monica";
- "Caminhos Errados";
- "Lápides Partidas";
- "Casa do Escorpião". 9月20日 Autor da semana - Camilo Castelo BrancoCamilo Castelo Branco teve uma vida atribulada, passional e impulsiva. Uma vida tipicamente romântica. Foi órfão de mãe quando tinha um ano de idade e órfão de pai quando tinha dez anos. O que lhe criou um carácter de eterno insatisfeito com a vida. Estando órfão foi recebido por uma tia de Vila Real, e depois sendo recebido por uma irmã mais velha em Vilarinho de Samardã, em 1839. Recebendo uma educação irregular através de dois padres de província. Na sua adolescência formou-se lendo os clássicos portugueses e latinos, lendo literatura eclesiástica e em contacto com a vida ao ar livre transmontana. Aos dezasseis anos contrái matrimónio com Joaquina Pereira que cedo abandona. O seu carácter instável e irrequieto leva-o a amores tumultuosos (Patrícia Emília, a freira Isabel Cândida). Ainda a viver com Patrícia Emília de Barros, Camilo publicou n'O Nacional correspondências contra José Cabral Teixeira de Morais, governador civil. Devido a esta desavença é espancado pelo «Olhos-de-Boi», capanga do governador. As suas irreverentes correspondências jornalísticas valeram-lhe, em 1848, nova agressão a cargo de Caçadores 3. Camilo abandona Patrícia nesse mesmo ano, fugindo para casa da irmã, residente agora em Covas do Douro. Camilo tenta cursar medicina no Porto. A partir de 1848 faz uma vida de boémia, repartindo o seu tempo entre os cafés e os salões burgueses, dedicando-se no entanto ao jornalismo. Apaixona-se por Ana Plácido, e quando esta se casa, tem, de 1850 a 1852, uma crise de misticismo quando chegou a cursar o seminário que abandona. Ana Plácido é esposa de um negociante chamado Pinheiro Alves, um brasileiro (daí aparecer a personagem tipo do brasileiro tantas vezes nas suas novelas, quase sempre de maneira depreciativa). Ele seduz e rapta Ana Plácido e, depois de algum tempo a monte, são capturados pelas autoridades e julgados. Este caso emocionou a opinião pública pelo seu conteúdo tipicamente romântico do amor contrariado que se ergue à revelia das convenções sociais. Ficam presos na cadeia da relação do Porto, onde escreveu Memórias do Cárcere, tendo conhecido o famoso delinquente Zé do Telhado. Depois de absolvidos do crime de adultério, Camilo e Ana Plácido passam a viver juntos. Entretanto Ana Plácido tem um filho, de origem incerta, teoricamente de seu antigo marido Pinheiro Alves, ao que se somam mais dois de Camilo. Com uma família para sustentar Camilo vai escrever a um ritmo alucinante. Quando o ex-marido de Ana Plácido, Pinheiro Alves, falece em 1863, o casal vai viver para a sua casa, em São Miguel de Seide. Em 1885 obtém o título de visconde. Em 1888 contrái oficialmente matrimónio com Ana. Ao lado de Ana Plácido decorre o final da sua vida. No entanto não encontra a estabilidade emocional acrescida dos problemas que a sua prole lhe dão. O filho Nuno é um vadio (de alguma maneira sai ao pai), o seu filho Jorge é deficiente mental. A progressiva cegueira deste autor leva-o ao desespero que culmina em tragédia com o seu suicídio por arma de fogo em 1890.
Algumas obras existentes na nossa biblioteca:
-"A queda de um anjo";
-"Amor de perdição";
-"A infanta capelista";
-"O esqueleto";
-"Coisas que só eu sei..." 9月15日 InternetInformamos que dispomos de um espaço Internet, com seis computadores, destinado a toda a população, sendo a sua utilização gratuita e disponivel no horário de funcionamento da Biblioteca, das 9.30h ás 12.30h e das 15.00h ás 19.00h. Regulamento de Utilização da Internet na Biblioteca Pública de Ermesinde1. Horário O horário de funcionamento do espaço bibliotecário dedicado à Internet é o seguinte: Segunda a Sexta Das 9h30 às 12h30 e Das 15h00 às 19h00 2. Objectivo O objectivo da Biblioteca Pública de Ermesinde é pôr à disposição da população um serviço de acesso livre à Internet que vise a divulgação das novas tecnologias de informação e comunicação para que estes apreciem o tempo passado na biblioteca e tentar assim aproximar novos/as leitores/as a este local. O espaço dedicado à Internet é de utilização gratuita, em que todos e todas podem usufruir dos seus benefícios. 3. Condições e acesso ao material informático É estritamente proibido comer, beber ou fumar no interior na biblioteca;
O/A utilizador/a tem direito a 1 hora de utilização dos recursos informáticos por dia, sendo que este prazo está sujeito a alteração na eventualidade de não existirem utilizadores em espera; A utilização do material informático dedicado ao uso da Internet é gratuita; O acesso aos recursos informáticos é apenas permitido mediante a apresentação de um documento de identificação, do qual salientamos: o Bilhete de Identidade (ou fotocópia), Carta de Condução ou Passaporte, sendo também necessária a assinatura de um documento de presença, que se destina a assegurar a utilização do computador por parte do/a cidadão/ã e que este tomou conhecimento das regras que dizem respeito ao espaço informático; É efectuada uma verificação, por parte do/a responsável, ao documento de identificação apresentado para poder gozar da utilização do equipamento informático; Cada computador poderá ser apenas disponibilizado para um utilizador e um acompanhante, dependendo da existência de cadeiras que estiverem disponíveis. Se esta situação acontecer, o/a utilizador/a é responsável pela utilização do material feita por si e pelo seu acompanhante. 4. Utilização dos recursos informáticos Os computadores e o acesso à Internet estão à disposição dos/as utilizadores/as para a realização de consultas, pesquisa ou trabalhos de qualquer âmbito; É estritamente proibido o acesso a páginas que possuam conteúdos violentos ou pornográficos. Se o/a utilizador/a violar esta regra será penalizado/a, podendo ser interdita a sua presença na biblioteca; Os/As utilizadores/as deverão, aquando da sua entrada na biblioteca, silenciar qualquer tipo de material radiotelefónico (telemóveis, equipamento áudio); Os/As utilizadores/as estão proibidos/as de alterar a configuração ou instalar qualquer tipo de programa no computador; 5. Uso de suporte informáticos É interdito o uso de CD-ROM, Disquetes, Memory drives ou Pen-drives sem autorização do/a responsável presente. Caso o/a utilizador/a trouxer o seu suporte com informação previamente gravada e que seja necessário à realização de qualquer trabalho, poderá usufruir desta; 6. O/A Responsável O/A responsável presente na biblioteca compromete-se a facilitar e ajudar no acesso aos recursos informáticos existentes para utilização. É este que recebe o equipamento com que os/as utilizadores/as pretendam trabalhar e que verifica se estas não irão causar qualquer dano ao equipamento. Cabe ao/à responsável o direito de avaliar a utilização da Internet e dos materiais existentes, tendo a possibilidade de penalizar qualquer utilizador/a que não cumpra as regras já anteriormente declaradas. 7. Sanções Se um/a utilizador/a não respeitar as regras existentes sofrerá penalizações que poderão ir desde a sua expulsão e proibição de voltar a usufruir do espaço bibliotecário dedicado à Internet, bem como ao pagamento pela reparação de qualquer material danificado. 8. Anexos O presente Regulamento é acompanhado da ficha de inscrição (Anexo 1), Lista de Utilizadores (Anexo 2) e Tabela de Preços (Anexo 3). Este regulamento entrará em vigor a partir do dia 1 de Setembro de 2006. 9月9日 Autor da semana - William ShakespeareEmbora a sua data de nascimento seja desconhecida, admite-se a de 23 de Abril de 1564 com base no registro de seu batizado, a 26 do mesmo mês, devido ao costume, à época, de se batizarem as crianças três dias após o nascimento. Terceiro filho de oito, havidos por John Shakespeare, um comerciante de lãs, e Mary Arden, filha de um rico proprietário de terras, foi o filho mais velho, de sexo masculino, do casal. Foi educado em uma das excelentes grammar schools da época, o que explica o grande conhecimento de um autor que não freqüentou universidades. Em 1582, aos 18 anos de idade, casou-se com Anne Hathaway, uma mulher de 26 anos, que estava grávida. O casal teve uma filha, Susanna, e dois anos após, os gêmeos Hamnet e Judith. Por volta de 1588 mudou-se para Londres, onde, em 1592 já fazia sucesso como ator e dramaturgo. Entretanto, as suas poesias, e não as suas peças, é que eram aclamadas pelo público. Isso se deveu ao fato de que, entre 1592 e 1594, por 21 meses, os teatros londrinos foram obrigados a fechar em virtude da peste que então grassava na cidade. Nesse período, foram publicados Vênus e Adônis (1593) e O Rapto de Lucrécia (1594), que juntamente com seus Sonetos (cerca de cento e cinquenta), tornaram-no famoso por explorar os aspectos do amor. Começou a escrever a sua primeira peça, a Comédia dos Erros, em 1590, terminando-a quatro anos depois, época em que ingressou na Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Desde então escreveu mais de trinta e oito peças, divididas entre comédias, tragédias e peças históricas. Além de fama, esses escritos trouxeram-lhe riqueza, uma vez que era sócio da companhia teatral. Jamais publicou suas peças, uma vez que como a dramaturgia não era bem paga, Shakespeare preferia que as mesmas fossem representadas. Com os recursos percebidos, adquiriu uma casa em Stratford, propriedades e uma casa em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elizabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. No ano de 1610, retornou para Stratford, sua cidade natal, onde escreveu a sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Faleceu, em 23 de Abril de 1616, de causa ainda não identificada pelos historiadores.
Algumas obras existentes na nossa biblioteca:
- "Romeu e Julieta";
- "Otelo";
- "O rei Lear";
- "Hamlet";
- "Sonho de Uma Noite de verão". 8月28日 Autor da semana - Eça de QueirózEça de Queirós nasceu numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro administrativo da cidade; foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Com 16 anos foi para Coimbra estudar direito, tendo aí sido amigo de Antero de Quental. Seus primeiros trabalhos, publicados como um folhetão na revista "Gazeta de Portugal", apareceram como colecção, publicada depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras. Em 1869 e 1870, Eça de Queirós viajou ao Egipto e visitou o canal do Suez que estava sendo construído, o que inspirou diversos de seus trabalhos, o mais notável dos quais o Mistério da Estrada de Sintra, de 1870, e A Relíquia, apenas publicado em 1887. Em 1871 foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino. Quando foi despachado mais tarde para Leiria para trabalhar como um administrador municipal, escreveu sua primeira novela realista da vida portuguesa, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875. Aparentemente, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal em Newcastle e em Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, incluindo A tragédia da Rua das Flores e A capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Inglaterra também. Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara ambientada no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz. Morreu em 1900 em Paris. Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente 20 línguas. Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925.
Algumas obras existentes na nossa biblioteca:
- "A Reliquia" ;
- "Catástrofe" ;
- "Contos" ;
- "Os Maias" ;
- "A Ilustre Casa de Ramires" . 8月23日 Centro Social de SouteloTudo se iniciou pela manhã de 22 de Agosto pelas 10 horas, com a chegada das crianças do Centro Social de Soutelo acompanhados de quatro educadoras, à nossa biblioteca.
As crianças encontravam-se entusiasmadas.
Depois de um breve lanche e apresentação, procedemos à Hora do Conto, com a leitura de "A História do Pedrito Coelho" de Beatrix Potter, em que os meninos permaneceram atentos.
Seguimos para a Sala das Actividades, onde desenvolvemos diversas iniciativas como: desenho, jogos didácticos, plasticinas, pintura (na parede, com as suas pequenas mãozitas).
Encerramos a nossa visita por volta das 12:15 horas, com a oferta de pequenas lembranças e a expectativa de um novo regresso. Autor da semana - António TorradoAntónio Torrado é poeta, dramaturgo, contista, novelista, professor e formador de professores, contador de histórias, jornalista, editor, director e produtor na televisão... e a lista não tem fim.
Nasceu em Lisboa em 1939, começou a publicar aos 18 anos e não parou mais. A sua produção já ultrapassa a centena de títulos em temas que vão da ficção e poesia aos temas pedagógicos. Pela sua obra ganhou numerosos prémios. Formou-se em Filosofia na Universidade de Coimbra, foi professor do ensino secundário mas foi afastado do ensino por motivos políticos. Desempenhou cargos na direcção da Sociedade Portuguesa de Autores e participou na criação de uma escola ensino infantil e primário. É membro da Associação Internacional de Críticos Literários. Na televisão foi editor, produtor, argumentista e Director do Gabinete de Projectos e Guionismo da RTP. É, desde 1989, membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores. é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa. Algumas obras existentes na nossa biblioteca:
- "Teatro às três pancadas" ;
- "Teatro do Silêncio" ;
- "Como se vence um Gigante" ;
- "A janela do meu relógio" ;
- "O Pagem não se cala" . 8月18日 Espaço Infantil da BibliotecaActividades disponiveis no Cantinho para ATL´s e Infantários:
• Jogos didácticos;
• Hora do Conto;
• Expressão Plástica;
• Pintura.
Se estiver interessado em marcar presença no nosso espaço, lembramos que cada grupo não deverá exceder o máximo de 15 / 20 crianças de forma a que a vigilância e a atenção não sejam prejudicadas.
A marcação deverá ser feita atempadamente (5 dias antes) para os contactos já mencionados. OTL - Ocupação de Tempos LivresO programa OTL, dirigido pelo Instituto Português de Juventude, disponibiliza a alguns jovens a oportunidade de participar e dinamizar algumas actividades na nossa Biblioteca.
Desta forma, foi ideia destes jovens a criação deste espaço informático que vos permite ter acesso às informações e novidades da Biblioteca. Temas / Secções da Biblioteca• Ciêcias Sociais;
• Direito Administrativo;
• Filosofia e Psicologia;
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• Educação. Horários e contactosHorário:
de segunda a sexta-feira
das 9.30h às 12.30h
e
das 15h às 19h
Morada:
Travessa Dr. Luis Ramos, nº50
4445 - Ermesinde
Contactos:
229743195
E-mail:
A responsável,
Anabela Cardoso. Autor da semana - Alice VieiraAlice Vieira nasceu em 1943 em Lisboa. É licenciada em Germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1958 iniciou a sua colaboração no Suplemento Juvenil do Diário de Lisboa e a partir de 1969 dedicou-se ao jornalismo profissional. Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente livros tendo, actualmente editados na Caminho, cerca de três dezenas de títulos. Recebeu em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa e, em 1983, com Este Rei que Eu Escolhi, o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil e em 1994 o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Recentemente foi indicada pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen. Trata-se do mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens, atribuído a um autor vivo pelo conjunto da sua obra. Alice Vieira é hoje uma das mais importantes escritoras portuguesas para jovens, tendo ganho grande projecção nacional e internacional. Várias das suas obras foram editadas no estrangeiro.
Algumas obras existentes na nossa biblioteca:
- "O pássaro verde";
- "Um ladrão debaixo da cama";
- "O coelho branquinho e a formiga rabiga";
- "Corre corre cabacinha";
- "A bela moura". Benvindos!!Benvindo à nossa nova Biblioteca!
Com espaço renovado e acolhedor, procura divulgar novas valências da cultura para a nossa cidade.
Dispomos de um espaço dedicado a todas as idades e interesses... Vem conhecer!
Faz a tua inscrição na Biblioteca (gratuita) e podes requisitar até 3 livros, durante 15 dias!
Para tornar este lugar num sitio ainda mais agradável, só falta a tua presença!
Aparece!
Desde já agradecemos a tua visita! |
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